"Eu sei que a vida tem presa que tudo aconteça sem que a gente peça".
Um ano, faz quase um ano que não escrevo.
Sou atropelada pelo tempo pelos acontecimentos pelas obrigações e de repente vejo que passou quase um ano.
Na verdade este ano brindou-me com um pequeno ser de seu nome Martim e a vida entrou em modo fast forward. Fico assustada com a velocidade que o tempo passa, com a velocidade a que crescem os meus filhos, nesta coisa de maternidade tem de existir um acerto constante entre ser mãe de dois e não perder a minha identidade.
Queria ter tempo e energia, sim porque às vezes e muitas vezes o tempo da-te a oportunidade mas a energia tira-to, parece que vives em cima de uma corda a tentar equilibrar as tuas necessidades com as necessidades dos teus filhos.
E assim passado meio ano desde que fui mãe pela segunda vez começo a acerta as minhas agulhas com o meu eu, e fico feliz por perceber que nele ainda existem muitos projectos a serem concretizados, entre os quais escrever com mais frequência.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Batkid - O Início | A 30 de outubro no Videoclube
Quem tiver oportunidade que veja este documentário é qualquer coisa de genial, por alguns minutos esqueci o mal que abala o mundo e voltei a acreditar na raça humana.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
whisper...
A minha alma está inquieta, angustiada, triste, escura…. Tinha
de escrever não sei o quê nem o porquê mas tinha de escrever no meu “livro catártico”.
Não tenho palavras que descrevam o sentimento de tristeza e impotência
que sinto neste momento ao ver a imagem do menino Sírio que anda a percorrer a Internet.
Sinto-me revoltada com um mundo que anda ao contrario,
sinto-me com vontade de salvar todas as crianças que sofrem, sinto-me grande e
pequena, sinto-me ridícula por relativizar todos os meus problemas quanto me
deparo com imagens destas, sinto-me verdadeiramente insignificante quando penso
que gostaria de estar a passar as minhas ferias num qualquer país longe de casa....Feriasssssssssssss
à seriooooooooooooo, está criança está sem tecto sem cama sem abrigo sem
lágrimas sem reacção está atónito num mundo que não pára para respeitar.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Do something for nothing
Há
pessoas que me aquecem a alma.
"Joshua Coombes tem o maior salão de beleza do Reino
Unido: toda a cidade de Londres. O jovem cabeleireiro de 29 anos tem passado o
último ano a oferecer cortes de cabelo e de barba a custo zero aos sem-abrigo
da capital inglesa.A lente de Matt Spracklen capta essas
transformações e a compaixão de um profissional que apenas aceita "amor
incondicional como moeda de troca". Os resultados são partilhados no
Instagram para que mais pessoas se inspirem e participem no movimento #DoSomethingForNothing."
Fonte: DN
www.instagram.com/joshuacoombes/
segunda-feira, 11 de julho de 2016
domingo, 13 de março de 2016
Whisper
Uma pessoa ou pelo menos a minha pessoa depois de um dia cheio de merdas para resolver, sai do trabalho respira fundo e pensa.... bem agora vou dar o meu melhor como mãe porque apesar de estar exausta o meu pequenote merece o melhor de mim...
E assim, vai buscar o veiculo vai até a creche mete o baby no carro, chega a casa tira o baby e toda a tralha adicional do carro, entra em casa brinca, vê desenhos animados, lê historias escolhe roupa para o dia seguinte, faz jantar, dá jantar, dá banho,veste pijamas e afins, finalmente põe o baby na cama, cruza os dedos para que não resmungue e lhe apeteça contemplar o quarto até adormecer, sai do quarto a se encolher tipo não chores, não chores, please, pleaseeeee.
Ufa respira, agora tira 20 minutos só para ti (politica que adoptei recentemente quando percebi que andava tipo bomba relógio) faz alguns alongamentos e abdominais para assassinar esta barriga que teima em não desaparecer toma duche, estica o cabelo.... etvoilà chega o marido e novamente pensas..... toca a dar o teu melhor por mais um pouco afinal não se viram o dia inteiro e apesar de a tua vontade ser desligar o mundo e comer chocolates a acompanhar não podes fazê-lo ou pelo menos não deves.
E assim vai a minha vida.
E assim, vai buscar o veiculo vai até a creche mete o baby no carro, chega a casa tira o baby e toda a tralha adicional do carro, entra em casa brinca, vê desenhos animados, lê historias escolhe roupa para o dia seguinte, faz jantar, dá jantar, dá banho,veste pijamas e afins, finalmente põe o baby na cama, cruza os dedos para que não resmungue e lhe apeteça contemplar o quarto até adormecer, sai do quarto a se encolher tipo não chores, não chores, please, pleaseeeee.
Ufa respira, agora tira 20 minutos só para ti (politica que adoptei recentemente quando percebi que andava tipo bomba relógio) faz alguns alongamentos e abdominais para assassinar esta barriga que teima em não desaparecer toma duche, estica o cabelo.... etvoilà chega o marido e novamente pensas..... toca a dar o teu melhor por mais um pouco afinal não se viram o dia inteiro e apesar de a tua vontade ser desligar o mundo e comer chocolates a acompanhar não podes fazê-lo ou pelo menos não deves.
E assim vai a minha vida.
quarta-feira, 9 de março de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
Whisper
Nos últimos tempos
sinto-me cansada cansada e cansada, é um misto de vontade entre o hibernar e o
hibernar.
Não sei se será o
trabalho e a rotina diária que me chateia devagarinho ou se será a falta que
sinto em me identificar com as coisas e as pessoas.
Sempre me senti
um pouco outsider no que diz respeito a gostos vontades e feitios mas desde que
fui mãe parece que perdi os pequenos réstios de identificação com quem quer que
seja.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
O Tempo Nao Para
Vou pedir ao tempo que me dê mais tempo para olhar para ti.
A vida é tão engraçada, quando finalmente encontro um trabalho capaz de me preencher a alma, o coração fica dividido entre a realização pessoal e o "sorriso perdido".
Porque hoje estou assim....
domingo, 9 de agosto de 2015
A Winter´s tale
Há algo de reconfortante
na voz do Freddie Mercury, é como se de alguma forma nos dias em que ando
perdida por breves minutos encontra-se novamente a minha identidade.
Talvez seja um
processo natural, vamos sempre continuar a vermo-nos como pessoas novas cheias
de sonhos e com zero responsabilidades. (Isto não é discurso de trintona
deprimida que acha que está velha).
Talvez aos 60 continuarei
a encontrar conforto nas músicas que me marcaram enquanto procurava por mim. Estranho
não é??
Hoje estou assim,
perdida… desde que fui mãe todos os dias passaram a ser desafios, e existem dias em que estes são grandes outros em
que são pequenos… mas todos eles são desafios.
O meu único medo
deixou de ser apenas andar de avião….passei a ter medo de perder tudo aquilo
com que sempre sonhei e o universo me ofereceu, passei a ter medo de morrer e
deixar o Francisco no mundo, passei a ter medo de não ter dinheiro, passei a
ter medo de muitas outras coisas… mas o medo que mais me inquieta é o medo diário
de falhar nas pequenas coisas, parece que de repente não me sinto “boa” o
suficiente é uma luta constante com o meu EU interior.
É um sentimento difícil
de gerir, nunca me considerei uma mulher insegura e de repente…. Chanaammm olha
tantas inseguranças alguém quer alguma??
Felizmente existe
o Google para me ajudar a perceber que tal como eu existe um número infinito de
mulheres a sentir exactamente aquilo que eu sinto.
http://www.dicasdemulher.com.br/os-medos-mais-comuns-de-maes-de-primeira-viagem/
domingo, 26 de julho de 2015
Style
Esta rapariga tem muito Style.
Gosto mais da pinta que propriamente do reportório, mas quando encontro uma música que gosto é non stop.
Hoje estou com esta.
Gosto mais da pinta que propriamente do reportório, mas quando encontro uma música que gosto é non stop.
Hoje estou com esta.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Whisper...
Hoje por entre o
pouco trabalho típico de um feriado que não me presenteou, lembrei-me de ti,
sim de ti de ti que durante noites e tardes me ouviste e acompanhaste nas
alegrias e tristezas nos amores e desamores, nas rectas e nas curvas… Tu
BLOGSPOT .
Prestes a fazer
uma ano que não te via, não te falava, não te sentia nem cheirava, senti a tua
falta, falta do meu companheirismo e amizade de longa data.
Na verdade foste
“permutado” por um marido e por um filhote que me absorvem as horas os minutos
e segundos de cada dia.
Tudo aquilo que
dizem sobre a maternidade confirma-se, a nossa vida passa subitamente para
segundo plano e damos prioridade a um ser tão pequeno mas imensamente grande na
sua capacidade de metamorfosear tudo aquilo que conhecemos.
Hoje sou e continuo
a ser a mesma (nisso não concordo com os outros quando dizem que mudamos depois
de passar pela maternidade, continuo a ser a Filipa que sente da mesma maneira
e pensa como sempre pensou) ganhei a melhor prenda do mundo e com isso renunciei
um pouco do tempo que era meu.
Nesta coisa da
maternidade ninguém assume que nos primeiros tempos vamos andar perdidas, vamos
desejar ter um mapa que não existe, vamos rir mas também vamos chorar, vamos
querer estar presentes mas também vamos querer fugir.
Contudo com o tempo reaprendemos a organizar a
nossa vida, o nosso tempo as nossas prioridades, eu ainda estou a viver essa
aprendizagem e a tentar abraçar ao máximo todos os “lados” do meu eu, todos os
dias desejo que o dia fosse maior para poder mostrar, partilhar falar com todos
aqueles que nestes últimos meses tem pacientemente sentido a minha ausência de
mãe de primeira viajem.
E por isso hoje
lembrei-me de ti…
sexta-feira, 18 de julho de 2014
A melhor droga do mundo são os filhos
Brilhantemente escrito, tinha de partilhar.
Por Sofia Anjos
- Olá, o meu nome é Sofia e há 14 meses que sou viciada na minha filha. Há 24 horas que não mostro uma fotografia dela a ninguém.
Estou numa fase tramada do vício mas tenho esperança de recuperar e vir a ser uma mãe normal. Se me perguntarem, nego. “Eu, filho-dependente?! Ora essa, tenho tudo sob controlo. Querem ver uma fotografia da Laura? Ou talvez um vídeo dela a comer uma bolacha?”
Antes de ter filhos, toda a gente me avisou: “Pensa bem… Olha que depois de experimentares é para toda a vida”. Felizmente, não sou a única adicta neste grupo de Filho-Dependentes Anónimos. Há muitos pais viciados nos filhos. Porque a parentalidade pode causar dependência. Mães e pais incluídos que, de um dia para o outro, quando dão por si, estão agarrados aos filhos. Basta uma dose e já não conseguem largar. Porque quem experimenta, quer mais. E fica lá.
A melhor droga do mundo são os filhos. Posso dizê-lo porque não resisti e experimentei. Comigo a coisa passou-se assim: à minha volta andava tudo a dar nos filhos. Contavam maravilhas, diziam que era uma “curte”. Uma noite, arrisquei. Foi bom mas só senti o efeito nove meses mais tarde.
Foi como recém-mamã que a dependência tomou conta de mim. Culpa também da Natureza, que me aliciou com muitas hormonas protetoras e cheias de prazer. De borla.
Assim que dei à luz tive uma sensação de euforia, induzida pela oxitocina e pela dopamina - responsáveis por, fisicamente, despoletarem o meu primeiro nirvana maternal. QUE CENA.
Com a Laura finalmente nos braços, inspirei profundamente. O seu cheirinho a bebé activou novamente o meu cérebro que, em jeito de “Parabéns, Mamã!”, não perdeu tempo a presentear-me com mais uma dose da gulosa oxitocina. Seguiu-se uma reação química que instalou a ansiedade pelo bebé. E aqui começou esta relação de co-dependência. Que prevejo crónica.
A mente maternal fez o resto. Não resisto a abraçá-la, dar-lhe colo, embalá-la. A controlar cada grama de crescimento. O vício entranha-se no pensamento mais que nos braços. E dou comigo mais alerta que nunca, os meus sentidos perfeitos: ouço um gemido a 100 metros de distância e nenhum grão de pó me escapa ao olhar.
Cada sorriso que a minha filha me devolve é uma moca maravilhosa. Fico inebriada, são segundos intensos em que me sinto a melhor-mãe-do-mundo. Por isso, todos os dias consumo em busca de outro sorriso, um gatinhar, uma nova palavra. A miúda começou por dizer “cão”. Mas quando calhou dizer “Mamã” fiquei tão compensada que tive uma ligeira quebra de tensão. E fui beber um copo de água. Nessa noite, quando me deitei, compreendi a famosa frase de que “Ser mãe é padecer no paraíso”; fez todo o sentido por alguns segundos. Oh, it was just a perfect day!
Claro que a maioria dos pais tem um grau de dependência dos filhos moderado, ou seja, socialmente aceite. Hei-de ser assim, mas não agora. Quero curtir um bocadinho mais; só mais uma vez; a última, talvez.
Porque não quero ser como aqueles pais que não se controlam e vivem em função do que os meninos pedem. Comportam-se como autênticos junkies. Arranjam forma de falar dos filhos a propósito de qualquer assunto. Têm a sua fotografia na carteira, desktop do computador, ecrã do telemóvel, colada no frigorífico. E pendurada na parede, por cima da cama, a substituir o Jesus na cruz. Ajoelham e rezam ao menino, mas neste caso, ao deles. Porque em casa de pais viciados, não basta ter a criança ao vivo: tem de ser omnipresente.
Não acredito em pessoas que não têm vícios, aliás, não conheço nenhuma. Todos temos um víciozinho de estimação. Penso que encontrei o meu. A minha filha é a minha heroína. E é só o que quero a correr-me nas veias.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Temos filhos para os ver dormir
No país dos filhos únicos, quem tem um filho é rei. E no país dos filhos únicos, quem é rei é remediado. E quem é remediado, não tem tempo.
Tudo se cria, dizem. E numa mesa portuguesa comem dois e quem mais se sentar, basta apertar os cotovelos. Somos um povo com jeito para somar, acumular, aumentar o que quer que seja, excepto rendimentos. E filhos. Passo a redundância.
Esta sociedade, apesar de liderada por um coelho, não está para grandes procriações. E não é por causa da suposta geração egoísta que não quer filhos. Nem por causa da idade tardia ou da evidente falência do casamento. E muito menos pela cómica desculpa de que agora as mulheres trabalham.
O que devia contar é a vontade de ter filhos. E o natural seria haver condições para quem está cheio de vontadinha. Mas contas feitas a este desejo de pré-gravidez, as mulheres fecham as pernas. Algumas, mais corajosas, abrem-nas e gritam “Oh, meu Deus! Oh, meu Deus!”. É que vão precisar de toda a ajuda.
Começa com 50 euros mensais para as latas de leite na farmácia, 85 euros para a consulta numa pediatra particular, 70 euros para uma das muitas doses de vacinas incentivadoramente fora do plano de vacinação nacional. A farmácia é a segunda casa de uma recém-mamã onde mensalmente contribui com a dízima. Quem não tem seguro de saúde, fica com o rabo quadrado das cadeiras miseráveis dos centros públicos. E pede o papelinho de justificação por ter faltado a manhã toda ao trabalho.
Veja-se a lista de artigos a comprar para quem vai ser mãe pela primeira vez. Mesmo comprando tudo de marca branca, em promoção ou nas feiras de bebés, difícil será não puxar do cartão de crédito. “Posso prescindir do soro fisiológico?" Sim, substitua por água. “Posso prescindir das compressas?” Sim, substitua por algodão, do mais baratucho e depois retire os fiapos que ficaram colados na cara do bebé com a unha. “Posso prescindir do aspirador nasal?" Sim, use soro. Não, já prescindiu do soro, use água. “Detergente específico para roupa do bebé?" Modernices, use sabão azul e branco.
Simplificamos a lista e a criança nasce. E a sociedade presenteia-a com quatro meses de licença maternal a 100% de remuneração. OBRIGADA! Se quiser mais um mês, pode tirar, mas já não recebe por inteiro. Breve dúvida maternal: o bebé ou o dinheiro?
“Posso prescindir da creche?" NÃO. “Então, faça o favor de pagar 350 euros mensais e se vier buscar o bebé depois das 17h30 paga mais.” Perfeito, saindo às 18h30 do trabalho, os pais ficam muito bem vistos pelo chefe. E garantem que não serão promovidos enquanto a criança andar de gatas. Mas talvez mantenham o emprego. “Não tem que chegue para pagar a creche? Ponha a criança numa creche social, só paga em função do rendimento e basta esperar dois anos para ter vaga”. Ah... se calhar é melhor ir fazercastings para anúncios de mães que chegam atrasadas para ir buscar os filhos que confiam nelas.
But it’s not about the money! Parece que é mas não é. A grande comédia parental, de que todos fazemos parte, é que não temos tempo para ter filhos.
Fazemos contas à vida para ter filhos para depois os deixar em algum lado. Temos filhos para perguntar “Onde é que o ponho agora?”. Temos filhos para os levar de manhã à escola e os recolher à noite. Temos filhos para os ver dormir.
É tão bom ter filhos que, quase todos, queremos um. Claro que damos um jeitinho e lá arranjamos um pé de meia para o dia-a-dia. Mas o que falta nas prateleiras do supermercado são promoções de tempo: na compra de um pacote de fraldas, oferta de duas horas para estar com o seu bebé. O que falta nas farmácias é uma vacina contra os atrasos. Não adianta comprar compressas se não temos tempo.
Sou rainha no meu país: tenho uma filha, um quarto só para ela, tenho emprego onde ganho bem mais que o ordenado mínimo e conto com a ajuda das avós. E esta sociedade diz-me para ficar radiante e não me queixar, pois desejar mais tempo para estar com ela não está previsto na legislação. E muito menos nas mentalidades. Para já, vou esperar para ver que novas medidas de incentivo à natalidade vão sair da cartola. Para perceber se terei tempo para imaginar um segundo filho.
Fonte:http://lifestyle.publico.pt/maeshamuitas/332351_temos-filhos-para-os-ver-dormir
quinta-feira, 20 de março de 2014
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